Dona Maria, aos 111 anos (passados 124 anos da abolição da escravidão), denuncia agressões e maus tratos da Marinha à legalmente reconhecida comunidade do Quilombo do Rio dos Macacos, em Simões Filho, na Bahia. Desde a construção do condomínio, na década de 70, as famílias, descendentes de escravos, são constantemente torturadas e ameaçadas de morte.
Grupo de Estudos Sobre Raça e Ações Afirmativas
Grupo de Estudos Sobre Raça e Ações Afirmativas
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Marcha Contra o RACISMO, a Higienização Sócio Racial e a Criminalização da Pobreza
Marcha Contra o RACISMO, a Higienização Sócio Racial e a Criminalização da Pobreza
DIA 11 DE FEVEREIRO
SÁBADO
Concentração às 14h
Praça do Metro Santa Cecília - SP
Clique AQUI e baixe o texto manifesto do Ato:
O Estado, racista, oprime a todos nós!
"Quantas guerras vou ter que vencer por um pouco de paz?"
Basta de racismo, "higienização" sócio-racial e criminalização da pobreza
Passados 124 anos da abolição da escravidão, a população negra continua sendo o alvo preferencial da violência do Estado e das elites brasileiras. Seja através das ações diretas do Estado, como a Polícia Militar, ou no cotidiano das relações sociais, o racismo segue como importante dinamizador da opressão e da barbárie no Brasil.
No curto período de 45 dias, em plena "virada de ano", assistimos situações que não deixam dúvidas de que o racismo permeia e motiva ações de violência e desrespeitos à dignidade e aos direitos humanos da população.
Racismo em todos os cantos
No início de dezembro, todos souberam do caso de Ester Elisa da Silva Cesário, negra, de 19 anos, que trabalhava como estagiária no colégio Internacional Anhembi Morumbi a
té que sua chefe exigiu que ela alisasse o cabelo para permanecer no emprego. Pouco depois, um menino etíope, de seis anos, foi jogado para fora do restaurante Nonno Paolo ao ser "confundido" com uma criança de rua.
Já no início do ano, soubemos da lamentável história do jovem negro Michel Silveira, que foi preso de forma irregular, ficando dois meses encarcerado, acusado injustamente por um assalto, apesar de várias testemunhas comprovarem que, na hora do roubo, ele estava no seu local de trabalho.
No mesmo período, as imagens de outro jovem negro, Nicolas Barretos, sendo agredido por um policial militar racista, dentro da USP, ganharam as redes sociais expondo algo que há se sabe: a USP quer se manter como um espaço da elite (ou seja, branco). E para tal, inclusive, esta ameaçando de fechamento a principal entidade de combate ao racismo no seu interior: o Núcleo de Consciência Negra.
Cracolândia, Moinho, Pinheirinho: o racismo também esteve lá!
Enquanto isso, no centro da cidade, a Favela do Moinho "pegou fogo" e as 500 famílias foram jogadas a sua própria sorte. E bem perto dali, na "Cracolândia", a prefeitura e o governo do Estado, ao invés de tratarem a dependência química como um problema social e de saúde, investiram na repressão e em sucessivos ataques, causando apenas, como eles próprios denominaram a operação, "dor e sofrimento".
A mesma dor e sofrimento que foram enfrentados no Pinheirinho, em São José dos Campos, onde, depois de 8 anos de luta, seis mil pessoas viram seus sonhos e casas destruídos, pelo governador Alckmin e o prefeito da cidade apenas para beneficiar um corrupto confesso, Naji Nahas.
E não há dúvidas que o racismo também marcou estas histórias, como sempre, lado a lado com a exploração econômica e a marginalização social. Afinal, não há nenhuma dúvida sobre a "cor" da maioria dos homens e mulheres que viviam nestas comunidades: negros e negras.
Estado racista e opressor!
Lamentavelmente, o Brasil é um país onde cabelo liso é padrão estético e corporativo; pobreza é crime e problemas que deveriam ser tratados por médicos viram caso “de polícia”. Este é um país onde ser negro e pobre é passível de “punição”, prisão e morte. No entanto, nada acontece com o colégio que discriminou
nem com o restaurante que humilhou nem com o delegado que prendeu sem provas ou com o PM que atacou o estudante. Muito menos com quem ateou fogo ao Moinho, decidiu “dedetizar a luz”, tratando gente como ratos, ou esteve à frente da tropa que invadiu o Pinheirinho.
Nada acontece, porque a impunidade, a “justiça” e as autoridades do Estado estão do lado destes “senhores”, para garantir seus privilégios. O racismo brasileiro é isso: assassinato direto e indireto, maus tratos, falta de políticas públicas, desleixo, naturalização da desgraça, criminalização da pobreza.
Em todos os casos, em uma ponta, oprimindo e explorando, estão o Estado, os governos, a polícia, o judiciário, os interesses dos ricos e a manutenção de normas e padrões contrários ao povo. Na outra ponta, estão os pobres, a classe trabalhadora, as estagiárias, os agentes de saúde, os estudantes, os dependentes químicos, os sem teto, as mulheres vitimadas pelo machismo ou gays, lésbicas, bissexuais e travestis (LGBT) que sofrem com a homofobia.
Uma multidão de explorados e oprimidos que, num país como nosso, é inegavelmente, de maioria negra.
Basta!
Apesar de muitos acreditarem na farsa de que vivemos numa democracia racial, há 512 anos o racismo tem papel determinante na estrutura de dominação e na prática da opressão no Brasil. É hora de reconhecer isto e ir à luta.
É hora de nos organizarmos, juntarmos forças com os demais setores oprimidos e explorados, denunciarmos toda e qualquer atitude discriminatória e, sobretudo combatermos o racismo.
Em décadas de luta, fomos capazes de aprovar leis, criar organismos institucionais e produzir pesquisas e estudos que deslegitimam o racismo e punem sua prática. Mas, isto, contudo, ainda não foi suficiente para que negras e negros conquistem os direitos e a liberdade que merecem.
Os ataques recentes são provas de que racismo permanece ativo e operante. Por isso, exigimos que o Estado brasileiro (em todos os seus níveis, municipal, estadual e federal) e todos os que sejam coniventes e cúmplices destas práticas sejam responsabilizados e punidos!
"O Racismo está aqui! Basta!!!
Nossas bandeiras:
Contra o genocídio da juventude negra.
Contra a homofobia.
Contra o machismo.
Contra o encarceramento em massa.
Contra a violência policial.
Contra as desapropriações no pinheirinho e em outros locais.
Organização: Comitê Contra o genocídio da população Negra - SP
Assinam:
Amparar (Assoc. de Amigos e Familiares de Presos/as)
Anastácia LivreCentro Acadêmico de Ciências Sociais Florestan Fernandes (Uninove)Centro de Resistência NegraCírculo PalmarinoColetivo AnarcoPunk SPColetivo Anti-HomofobiaCONENConsulta PopularEmpregafroForça AtivaFórum Popular de SaúdeFORUM DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DA SÉ
Levante Popular da Juventude
Movimento Negro Unificado (MNU),
Movimento Quilombo Raça e Classe,
MST
Sarau da Brasa
Setorial LGBT da CSP-Conlutas
Sujeito Coletivo – USP
Tribunal Popular
UNEAFRO
UNEGRO
Levante Popular da Juventude
Movimento Negro Unificado (MNU),
Movimento Quilombo Raça e Classe,
MST
Sarau da Brasa
Setorial LGBT da CSP-Conlutas
Sujeito Coletivo – USP
Tribunal Popular
UNEAFRO
UNEGRO
Juventude Socialista
Mães de Maio
Núcleo de Consciência Negra na USP
CALENDÁRIO
09 de Fevereiro: Ato Contra o Racismo - Em frente ao Teatro municipal de SP - a partir das 12h Agitação Cultural - 18h Ato político
21 de Março (Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial): Ato de Protesto em várias regiões de SP.
13 de Maio de Luta: Denúncia da falsa abolição da escravidão dos negros no Brasil. Participe conosco dessa luta!
CONTATO:
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as
Realizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) negros(as), o VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) (COPENE 2012) será sediado na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) com organização local do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) na cidade de Florianópolis - SC e acontecerá entre os dias 16 e 20 de julho de 2012. De acordo com as demandas atuais e em reunião da Diretoria gestão 2010-2012 da ABPN, o tema do evento será “Os Desafios da Luta Antirracista no século XXI” tendo como homenageados os professores Abdias do Nascimento, Vicente de Souza e Lélia Gonzalez (in memorian) e Kabengele Munanga.
O COPENE tem como principal intenção apresentar e discutir os processos de produção e difusão de conhecimentos intrinsecamente ligados às lutas históricas empreendidas pelas populações negras nas Diásporas Africanas, emanadas nos espaços de religiosidades, nos quilombos, nos movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e na literatura, nas escolas e universidades, nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos.
Cronograma de trabalho do evento:
01/02/2012 - prazo limite para envio de propostas de simpósios temáticos.
15/02/2012 - divulgação dos resultados.
16/02 a 15/03/2012 - inscrições nos simpósios temáticos.
01/04/2012 – envio de carta aceite de participação nos simpósios.
15/03 a 15/04/2012 - inscrições para ouvintes.
16 a 20/07/2012 – COPENE.
Cronograma de trabalho do evento:
01/02/2012 - prazo limite para envio de propostas de simpósios temáticos.
15/02/2012 - divulgação dos resultados.
16/02 a 15/03/2012 - inscrições nos simpósios temáticos.
01/04/2012 – envio de carta aceite de participação nos simpósios.
15/03 a 15/04/2012 - inscrições para ouvintes.
16 a 20/07/2012 – COPENE.
Esperamos contar com a participação de tod@s. Em breve lançaremos o site específico do Congresso e os boletins informativos que permitirão a tod@s conectar-se ao VII COPENE constantemente, atualizando-se nas informações e atividades.
Diretoria da ABPN/ NEAB-UDESC
Diretoria da ABPN/ NEAB-UDESC
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Hoje é o Dia Nacional do Samba!!!!
Celebrado em 2 de dezembro, o Dia Nacional do Samba foi instituído há 48 anos para homenagear uma das manifestações culturais mais populares do Brasil. Com raiz africana, apesar de existir especialmente em alguns estados do país, no Rio de Janeiro, representa mais que um gênero musical, é a configuração de toda a cultura dentro de uma comunidade que vem sofrendo as consequências de sua industrialização.
Nei Lopes, referência no Samba Carioca, explica que existe uma distorção que precisa ser tratada com seriedade sobre o que vem a ser o verdadeiro samba. “Falta distinguir melhor o que é o samba e fazer a diferença entre o tradicional e o industrial de mercado”, afirma preocupado com os rumos a que estão sendo expostos os valores culturais por trás do samba.
Segundo ele, o samba tradicional configura uma identidade comunitária, uma transmissão de valores. Até a década de 1960, o chamado “samba de morro”, hoje conhecido como “de raiz”, ainda configurava uma cultura em seu sentido mais amplo. “Comportava um conjunto de traços distintivos da tradição. O sambista tinha vestuário, fala, gestual, comportamento e hábitos bem característicos”, explica Lopes, reforçando que a tradição envolvia criação e performance, inclusive coreográfica.
Porém, o samba foi se enfraquecendo na medida em que seus núcleos e redutos se modificaram, com o distanciamento das escolas de suas comunidades, com o primado do espetáculo em detrimento do espírito associativo. Enquanto produto industrial difundido pelos meios de comunicação de massa não tem revelado seu verdadeiro significado, rendendo o gênero às conveniências do capitalismo. “Infelizmente, no Rio o samba passou a ser tratado apenas como uma música carnavalesca, de difusão restrita ao mês de fevereiro e à Marquês de Sapucaí, ou uma música de botequim, ou ainda, uma forma diluída, vazia, cada vez mais próxima do pior pop internacional”, diz.
Nei Lopes acredita que não apenas os valores, mas também a imagem do samba deve ser melhor apresentada dentro e fora do país. Para exemplificar, ele cita que em eventos recentes a música brasileira foi representada por artistas de segmentos que não fazem parte da identidade nacional. “Além disso, o samba mostrado lá fora é o do carnaval. Isso causa essa distorção na percepção do que ele realmente significa”, conclui.
Tombamento – O Samba Carioca foi proclamado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no dia 30 de novembro de 2007. Surgido de influências do samba de roda do Recôncavo Baiano, na segunda metade do século XIX, tem características próprias: é acompanhada por pequenas frases melódicas e tem refrões de criação anônima.
No Brasil as matrizes do samba tombadas pelo Iphan são o “partido alto”, “samba de terreiro” e o “samba de enredo” do Rio de Janeiro e o “samba de roda do Recôncavo Baiano”. Fazem parte do Livro de Registro das Formas de Expressão, que compreende como patrimônio bens de natureza material e imaterial da identidade cultural brasileira.
Comemorações pelo país – Dona Ivone Lara, considerada a dama do samba carioca, foi homenageada em 26 de novembro durante o encerramento do seminário O papel da cultura negra na superação da miséria, promovido pela Fundação Cultural Palmares no Rio de Janeiro. No palco, foi recepcionada por Eloi Ferreira de Araujo, presidente da instituição, que lhe agradeceu por sua importante contribuição em favor da cultura negra e a seu lado cantou a música Sorriso Negro que configura a beleza da raça e cultura negra.
Fonte: site da Fundação Cultural Palmares.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
VIII Seminário Sobre Políticas Afirmativas Na UNEMAT - V Semana De estudos Étnicorraciais.
Criado em maio de 2005 o Núcleo de Estudos sobre Educação, Gênero, Raça e Alteridade (NEGRA) desenvolve atividades em diversas áreas do conhecimento humano, enfatizando a contribuição da educação das relações étnicorraciais. Também tem se dedicado às pesquisas sobre políticas de ação afirmativa e as relações raciais no Brasil contemporâneo. Ao longo destes últimos anos o NEGRA já realizou projetos de pós-graduação lato-sensu, de pesquisa, de extensão e de formação continuada. Nesta caminhada foram vários os parceiros. Podemos destacar a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC/MT), a Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá (SME/Cuiabá), o Conselho Estadual de Promoção de Igualdade Racial de Mato Grosso (CEPIR/MT), o Núcleo de Estudos sobre Educação e Diversidade (NEED/UNEMAT), o Grupo de Estudos sobre Raça e Ação Afirmativa (GERAA/UFMS), o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (NEPRE/UFMT) e o Grupo de Estudos e Formação Continuada da Educação das Relações Étnicorraciais no Espaço Escolar. Nesta caminhada o NEGRA recebeu a confiança de muitos outros parceiros para a realização de suas atividades. Ministérios, Secretarias Estaduais e Municipais, Assembléias Legislativas, Conselhos Estaduais e Municipais, Câmaras Municipais, Escolas Estaduais, Municipais e da Rede Particular, Organizações Não-Governamentais, Empreendimentos Solidários, Centros de Direitos Humanos, Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Empresas Públicas e Privadas têm sido freqüentes no relacionamento institucional do Núcleo. Sem contar uma gama bastante ampla de professores, gestores e trabalhadores da educação. Integram o NEGRA servidores docentes, servidores técnicos, estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade do Estado de Mato Grosso, bolsistas de projetos de pesquisa e extensão, além de professores e interessados que se agrupam em torno da educação das relações étnicorraciais e da implementação da Lei 10.639/03. E o
NEGRA permanece recebendo novas adesões. Neste ano Organização das Nações Unidas e a Fundo das Nações Unidas para a Infância promovem campanhas internacionais em prol da população negra no mundo. O Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes (ONU) e a campanha Por uma Infância sem Racismo (UNICEF) contribuem com a formulação de políticas públicas que assegurem a superação dos estigmas que ainda alcançam a população negra, independentemente de nacionalidade, condição econômica, crença religiosa ou filiação partidária. De acordo com o Censo Demográfico de 2010 realizado pelo IBGE, a população negra no Brasil é de aproximadamente 53%. Este dado quantitativo torna o quadro social e político mais complexo, pois se soma aos indicadores sociais que ainda persistem em suas trajetórias nefastas em relação a este grupo social. O VIII Seminário sobre Políticas Afirmativas na Unemat e a V Semana de Estudos Étnicorraciais tem por objetivo proporcionar espaços de discussão em torno da História Geral da África; das relações raciais no Brasil contemporâneo; da formação continuada; e da plena implementação da Lei 10.639/03 no Estado e na Região Sudoeste de Mato Grosso, contando em sua programação com pesquisadores, professores, gestores que têm se dedicado ao tema. Assim, foram previstas a realização de Conferências, Palestras, Mesas Redondas e a entrega, pela primeira vez, do Certificado Tereza de Benguela a personalidades que vêm se destacando na promoção da igualdade racial e de gênero. Educação, Estado e Reconfigurações do Nacional é a chamada maior para os eventos que se realizam em Cáceres: Mês da Consciência Negra e do Feriado Nacional alusivo ao líder Zumbi dos Palmares. Esperamos que todos aproveitem ao máximo as atividades.
Axé !!!
Dia 25 (sexta) – noite – 19h00/19h30
Abertura Oficial:
Composição de Mesa de Autoridades – noite – 19h30/20h00
- PTES. Ms. Jaqueline da Silva Albino – NEGRA
- Prof. Dr. Anderson Marques do Amaral – CUJV/Cáceres
Pedro Reis de Oliveira – CEPIR/MT
- Antonio Salvador da Silva – Câmara Municipal
- Prof. Josué Valdemir de Alcantara – SME/Cáceres
- Profª. Ms. Leila Cristiane Delmadi – PROEC
- Prof. Ms. Adriano da Silva – UNEMAT
Coordenação: NEGRA/UNEMAT
Local: Cidade Universitária
Conferência de Abertura (20h30/21h30):
Democratização da Educação, Universidade e Movimentos
Sociais
- Profª. Dra. Heloisa Salles Gentil – Coordenadora do Mestrado em
Educação/UNEMAT
Coordenação: NEGRA/UNEMAT
Local: Cidade Universitária
Dia 26 (sábado) – manhã – 08h00/0830
Apresentação Musical: Compositores e Intérpretes Negros nas
Cordas de João
Coordenação: Prof. MS. João Severino Filho
Dia 26 (sábado) – manhã – 08h30/11h30
Encontro Regional de Secretários e Secretárias de Educação
da Região Sudoeste de Mato Grosso - Ações para
Implementação da Lei 10.639/03: Atores, Papéis, Estratégias
- Profa. Dra. Ana Maria Di Renzo – PROEG/UNEMAT
- Profa. Ms. Leila Cristiane Delmadi – PROEC
- Prof. Dr. Valter Roberto Silvério – UFSCar e UNESCO
Coordenação: Grupo de Estudos e Formação Continuada em
Educação das Relações Étnicorraciais no Espaço Escolar
Local: Cidade Universitária
Dia 26 (sábado) – tarde – 14h00/15h30
Encontro Regional de Secretários e Secretárias de Educação
da Região Sudoeste de Mato Grosso: Roda de Conversa com
Gestores da Educação:
Educação das Relações Étnicorraciais: O Papel dos Entes
Federativos
- Ságuas Moraes – SEDUC/MT
- Profa. Ms. Ângela Maria dos Santos – Gerência de
Diversidade/SEDUC/MT
- Prof. Ms. Jacqueline da Silva Costa – NEGRA, UFSCar e
Fundação Ford
- Jackeline Silva – IMUNE/MT
- Coordenação: NEGRA/UNEMAT
-
- Profª. Vera Araújo – SEJUDH
Local: Cidade Universitária
Dia 26 (sábado) – tarde – 15h30/17h00
Grupo de Trabalho e Carta Compromisso:
Ações e Estratégias para a Implementação da Lei 10.639/03 –
Compromisso Ético, Público e Cidadão
Coordenação: NEGRA/UNEMAT
Local: Cidade Universitária
Dia 26 (sábado) – tarde – 17h00/18h00
Show Musical: África e Brasil – Cantos e Cânticos do Atlântico
Negro
Coordenação: Prof. Ms. João Severino Filho
Merenda: 17h00/18h00
Dia 26 (sábado) – noite – 18h00/18h30
Lançamento da Coleção História Geral da África
- Prof. Dr. Valter Roberto Silvério – UFSCar e UNESCO
Coordenação: NEGRA/UNEMAT e GERAA/UFMS
Local: Cidade Universitária
Dia 26 (sábado) – noite – 18h30/20h00
Entrega do Certificado Tereza de Benguela:
Coordenação: NEGRA/UNEMAT e CEPIR/MT
Local: Cidade Universitária
Dia 27 (domingo) – Dia Livre.
- Conhecendo o Rio Paraguai
Dia 28 (manhã) – 08h30/09h30
- Palestra: Educação das Relações Étnicorraciais em Mato
Grosso: Pesquisas e Projetos
- Profª. Ms. Maristela Abadia Guimarães – IFMT/Pontes e Lacerda
- Coordenação: Grupo de Estudos e Formação Continuada em
Educação das Relações Étnicorraciais no Espaço Escolar
Local: CEFAPRO
Dia 28 (manhã) – 09h30/10h30
Assinatura do Protocolo de Intenções:
- Grupo de Estudos e Formação Continuada em Educação das
Relações Étnicorraciais
- Grupo de Estudos sobre Raça e Ação Afirmativa da Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul (GERAA/UFMS)
- Instituto Federal de Mato Grosso – IFMT/Campus de Pontes e
Lacerda
- Instituto da Mulher Negra de Mato Grosso – IMUNE/MT
Coordenação: NEGRA/UNEMAT
Local: CEFAPRO
Dia 28 (segunda) – noite – 19h00/21h30
Conferência de Encerramento: Estado, Ação Afirmativa e
Reconfigurações do Nacional
Profª. Ms. Priscila Martins Medeiros - GERAA/UFMS
Coordenação: NEGRA/UNEMAT
Local: OAB/Seccional Cáceres
Dilma assina lei que transforma dia da consciência negra em feriado nacional
Foi assinada, no último dia 10, pela presidenta da República a Lei 12.519, que cria o feriado nacional do Dia da Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, que passa a ser comemorado em 20 de novembro.
A data já era adotada por estabelecimentos escolares e instituições públicas e privadas por ser o dia do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares, e tradicionalmente é dedicada à análise da situação do povo negra no Brasil, bem como a inserção da mesma na sociedade brasileira.
Este ano de 2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como Ano Internacional dos Afrodescendentes, por isso a elevação do Dia da Consciência Negra a feriado ganha prestígio internacional.
A comemoração do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro na década de 70 do século passado, quando eram travadas as batalhas pelo fim da discriminação social no mundo. A data serve também de homenagem ao líder negro Zumbi dos Palmares, um dos maiores ícones da luta do povo negro do Brasil.
Apesar da luta e resistência, Zumbi foi morto em 1695, após uma emboscada de milícias que realizaram ataques recorrentes ao Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.
Apesar da resistência, Zumbi foi covardemente assassinado a facadas, teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo e Castro. Em Recife, a cabeça foi exposta em praça pública, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.
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