Grupo de Estudos Sobre Raça e Ações Afirmativas

Grupo de Estudos Sobre Raça e Ações Afirmativas

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MARTIN LUTHER KING JR. I HAVE DREAM!!!

Chico Rei


Título Original: Chico Rei
Tamanho: 640 mb
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 115 minutos
Formato: DVDRip
Idioma: Português
Ano Lançamento: 1985

Sinopse:
Galanga (Severino d'Acelino), rei do Congo que é trazido ao Brasil como escravo, encontra ouro em Vila Rica, na província de Minas Gerais. Após comprar sua libertação, ele compra uma fazenda, tornando-se assim Chico Rei, o primeiro homem negro proprietário de terras no Brasil.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Caixa Economica Federal escreve texto com pedido de desculpa sobre a propaganda com Machado de Assis.

Carta à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República sobre campanha dos 150 anos da Caixa Econômica Federal
A Caixa Econômica Federal reafirma a esta secretaria e aos movimentos sociais por ela defendidos o seu compromisso com a responsabilidade social e o respeito à diversidade. Esta instituição sempre estará alinhada com política de igualdade do nosso Governo Federal, regida pela justiça social e oportunidade para todos.
Em suas peças publicitárias, a CAIXA sempre buscou retratar a diversidade que caracteriza o nosso país, como pode ser demonstrado nas campanhas elaboradas em parceria e com o apoio dos movimentos sociais e da própria Seppir.

No entanto, a CAIXA pede desculpas por sua última peça publicitária comemorativa aos 150 anos do banco, que teve como personagem o escritor Machado de Assis. A CAIXA lamenta que a peça não tenha caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com sua origem racial.
A CAIXA informa que suspendeu a veiculação e tomou providencias para anulação do pagamento da campanha, elaborada por agência publicitária contratada pelo banco.
Como ressaltou esta secretaria em sua nota, o episódio acontece exatamente no momento em que estamos, a Seppir e a CAIXA, construindo um termo de cooperação que envolve, entre outros, aspectos relacionados à representação de pessoas negras nas ações de comunicação. Como dito, esta não será a primeira nem a última ação de comunicação da CAIXA no intuito de promover a igualdade. Desde sua fundação a CAIXA é o banco de TODOS os brasileiros. E este compromisso está pautado em nossas ações e campanhas como:

§         Produção e veiculação, na semana em que se comemora o Dia da Consciência Negra, de um filme elaborado a partir de um poema do gaúcho Oliveira Silveira, conhecido como ‘poeta da consciência negra’, em novembro de 2009 e novembro de 2010: http://www.youtube.com/watch?v=Sh7HKL6oSGM

§        Parceria com a Secretaria de Política e Promoção da Igualdade Racial, que prevê divulgação da campanha ‘Igualdade é para valer – 2011’,  Ano Internacional dos Afrodescendentes;

§        Produção e veiculação do filme ‘Liberdade’, em comemoração aos 150 anos da Caixa, exibido em maio de 2011: http://www.youtube.com/watch?v=lLLaqm89ygo;

§        Patrocínio da Oficina de Ferramentas Afrodescendentes - Edital Artesanato 2011;

§        Patrocínio do Espetáculo Orfeu da Conceição - Tragédia Carioca, em 2010;

§        Patrocínio do Troféu Raça Negra 2008 e 2010;

§        Patrocínio do III Congresso Nacional Afro Brasileiro (CNAB), em 2008;

§        Patrocínio da exposição Diversidade Contemporânea Afro-Baiana, em 2007;


§        Patrocínio da instalação do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira, em 2003;





Caixa Econômica Federal
20/09/2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Preto Contra Branco



Título Original: Preto Contra Branco

Tamanho: 550 mb
Gênero: Documentário 
Tempo de Duração: 56 Min.
Formato: DVDRip
Idioma: Português
Ano Lançamento: 2005




Uma tradição de quase 32 anos e praticamente desconhecida na capital paulista é o ponto de partida do documentário Preto contra Branco, que discute o preconceito racial no Brasil usando como referência uma partida tradicional de futebol de várzea com moradores de dois bairros de São Paulo. Detalhe: é um jogo de pretos contra brancos.

Desde 1972, um grupo de moradores do bairro de São João Clímaco e da favela de Heliópolis, na zona sul da capital, organizam um jogo de futebol de brancos contra pretos em um campo de várzea, no final de semana que antecede ao Natal.Em uma comunidade altamente miscigenada, composta basicamente por mulatos, a peculiaridade da partida é a auto-atribuição da raça pelo participante. Cada jogador se declara negro ou branco e “escolhe seu time”. O documentário também investiga a disputa espacial e as noções de prioridade numa comunidade carente.


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Trailer:


KABENGELE MUNANGA: Superando o Racismo na Escola

MUNANGA K Superando o Racismo na Escola (sem capa) PDF
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Frente Negra Brasileira completa 80 anos



















Há exatos 80 anos, era criada a Frente Negra Brasileira, uma das primeiras organizações no século XX a exigir igualdade de direitos e participação dos negros na sociedade do País. Sob a liderança de Arlindo Veiga dos Santos, a organização desenvolvia diversas atividades de caráter político, cultural e educacional para os seus associados. Realizava palestras, seminários, cursos de alfabetização, oficinas de costura e promovia festivais de musica. 
Criada em 16 de setembro de 1931 na cidade de São Paulo, a Frente ganhou adeptos em todo o Brasil, inclusive o jovem Abdias Nascimento. Seguindo o propósito de discutir o racismo, promover melhores condições de vida e a união política e social da “gente negra nacional”, a entidade teve filiais em diversas cidades paulistas e nos estados da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Estima-se que a Frente Negra Brasileira tenha chegado a aproximadamente cem mil membros em todo o País.  
Em sua sede na rua da Liberdade, funcionava o jornal O Menelik, órgão oficial e principal porta-voz da entidade, sucedido pelo O Clarim d’Alvorada, sob a direção de José Correia Leite e Jayme de Aguiar. A Frente Negra ressaltava a importância de o negro superar a condição de cabo eleitoral, incentivando o lançamento de candidaturas políticas negras. A entidade chegou a se organizar como partido político. 
Estrutura – A Frente possuía uma complexa estrutura, sendo dirigida por um grande Conselho, constituído de 20 membros, selecionando-se, entre eles, o chefe e o secretário. Havia, ainda, um Conselho Auxiliar, formado pelos Cabos Distritais da Capital. Criou-se, ainda, uma milícia frente-negrina, uma organização paramilitar. Os seus componentes usavam camisas brancas e recebiam rígido tratamento, como se fossem soldados. 
Segundo um dos seus fundadores, Francisco Lucrécio, a Frente Negra foi fundada por ele e outros companheiros embaixo de um poste de iluminação. Ainda segundo Lucrécio, no início, muitos não compreendiam os objetivos do grupo. Diziam que eles estavam fazendo “racismo ao contrário”. No entanto, com o tempo, os membros da Frente Negra foram adquirindo a confiança não apenas da comunidade, mas de toda a sociedade paulista. As próprias autoridades a respeitavam. 
Os seus membros possuíam uma carteira de identidade expedida pela entidade, com retratos de frente e de perfil. Quando as autoridades policiais encontravam um negro com esse documento, respeitavam-no porque sabiam que na Frente Negra só entravam pessoas de bem. 
Em 1937, o Estado Novo de Getúlio Vargas fechou os partidos e as associações políticas, aplicando um duro golpe na Frente Negra, que foi obrigada a encerrar suas atividades. 
Fonte: IPEAFRO e Portal da Cultura Negra
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